COMO O DESIGN PODE AJUDAR EM ÉPOCAS DE CRISE

Claudia Alquezar Facca

Estamos em crise! Quantas vezes ouvimos essa frase como justificativa para uma recusa de serviço, uma demissão, uma redução de salário, uma negação de aumento, um pedido de redução de custo etc.! Será que a crise chegou agora ou ela sempre nos esteve rodeando? Crises sempre existiram?

A palavra “crise”, de origem grega (krísis), remete-nos a significados como: momento crítico ou decisivo; situação aflitiva; conjuntura perigosa, situação anormal e grave. E, quando relacionamos tais significados com diversas áreas do conhecimento, encontramos várias aplicações: crise econômica, crise política, crise financeira, crise ambiental, crise psicológica, crise tecnológica, crise criativa, entre outras crises. Historicamente, a humanidade já passou por inúmeras crises. Então, se as crises sempre existiram, o que dizer da ‘crise atual’? O que ela tem de diferente ou de novo? Por que estamos em crise? Especialistas tentam prever a dimensão desta crise, comparam-na com as crises anteriores, analisam as causas e as conseqüências, criam estimativas sobre os danos que possam estar por vir. Sentimos os efeitos de toda essa turbulência em vários aspectos do nosso dia a dia, mas, quando tentamos avaliar o impacto real na nossa área de atuação, em nosso caso o design, precisamos aproximar-nos e tentar enxergar de outro ângulo algumas particularidades que podem ajudarnos não a explicar o que ocorre (nem tenho esta pretensão), mas a atuar no mercado de forma criativa e buscar oportunidades ou caminhos que possam mostrar alternativas para o designer ser visto de forma destacada – uma peça-chave nesse cenário que não sabemos bem como irá evoluir. Claro que a crise se reflete em vários aspectos da vida contemporânea, afinal vivemos num mundo capitalista em que qualquer desequilíbrio econômico, político ou social influencia nossas vidas. Mas de fato, o que ocorre no universo do design e do designer?

Uma das características básicas do design consiste em desenvolver novos produtos por meio de um processo holístico de solução de problemas. Todo projeto de design surge de um problema, de uma necessidade, de uma situação mal resolvida… de uma crise! São as falhas, as faltas, as dificuldades, as deficiências, as inexistências, as carências, as ausências, as insuficiências, as lacunas que dão início e abastecem o processo criativo do design. O designer nasce, vive e morre tentando resolver algo que ainda não está bom; ele já está acostumado a conviver num ambiente cheio de obstáculos, em que a cada etapa do projeto surgem dificuldades que terão de ser superadas, seja do ponto de vista sócio-cultural (do usuário, do consumidor, da comunidade, da humanidade), seja econômico (do fabricante, do vendedor, do fornecedor), político (do governo) ou sustentável (do meio ambiente). E isso é bom, saudável e faz com que os desafios se tornem cada vez maiores. A criatividade e a habilidade na resolução de problemas, o pensamento econômico e a responsabilidade sócio-cultural são algumas das características que o designer deve ter. Estão (ou deveriam estar) intrínsecos na formação desse profissional.

Mas como o design pode ajudar (mais ainda) em épocas de crise? Por mais que já conviva bem com situações críticas, sempre há como melhorar. A inovação tem justamente esse papel. O mercado globalizado exige produtos de ótima qualidade, com uma complexidade produtiva, a custos baixos; o consumidor tem-se tornado cada vez mais exigente e os problemas estão mudando, tornando-se maiores e mais complexos. Então, como aliar todas essas condições na criação de novos produtos? As soluções vão sendo buscadas, podem e devem explorar novas formas de olhar e de pensar. Há várias tendências que podem fornecer caminhos alternativos e criativos na solução dos problemas atuais e o design pode aproveitar-se muito bem disso.

Um novo conceito é o design thinking. Segundo Tim Brown (CEO do escritório americano IDEO), essa nova forma de abordagem pode ser descrita como “uma disciplina que usa a sensibilidade e os métodos do designer para combinar as necessidades das pessoas com o que é tecnologicamente factível e o que uma estratégia de negócios viável pode converter em valor ao consumidor e oportunidade de mercado. (…) Uma metodologia que embebe todo o espectro das atividades da inovação com o design centrado no ser humano. A inovação é potencializada pelo pleno entendimento, pela observação direta do que as pessoas querem e precisam em suas vidas e do que elas gostam ou não gostam sobre a maneira particular em que os produtos são feitos, embalados, comercializados, vendidos ou sustentados.”

Como o design pode ajudar em épocas de crise?

Para saber mais acesse:

http://maua.br/files/artigos/artigo-como-o-design-pode-ajudar-em-epocas-de-crise-prof.a-claudia-facca.pdf

Modelo teórico do pensamento e processo criativo em indivíduos e em grupos de design.

Priscila Zavadil

UFRGS

Régio Pierre da Silva

Katja Tschimmel

O que a série The Flash no Netflix pode nos ensinar sobre engajamento de talentos.

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Eduardo Barreto – Coach & Ulysses Barreto

www.channelcoaching22.com

Sei que a série The Flash© já está no ar há algum tempo e como não me considero um espectador assíduo das séries da Netflix©, vou falar sobre ela como se fosse novidade.

Talvez essa seja uma das melhores séries que já acompanhei no Netflix©, embora deva confessar ter assistido umas três ou quatro até o fim. O meu filho de 11 anos adora o The Flash e minha mulher acha que depois da primeira temporada virou um dramalhão tecnológico.

Gosto muito do enredo e da complexidade científica que a série apresenta, mas o que mais me chama a atenção na série é como Barry Allen (The Flash), Cisco Ramon, Caitlin Snow e Dr.Harrison Wells se sentem entusiasmados enquanto trabalham no S.T.A.R Labs©.

Para eles é como se o tempo não existisse, enquanto em atividade. Suas mentes, corações, pernas e braços estão totalmente envolvidos em solucionar, investigar e materializar “engenhocas” tecnológicas para combater meta-humanos, frutos de uma explosão do acelerador de partículas, como o Capitão frio, Flash Reverso, Zoom, Mardon, Blackout, TubarãoRei, entre outros.

Cisco Ramon, um técnico extraordinário sabe de tudo sobre entusiasmo profissional e como membro vital da equipe do S.T.A.R. Labs, consegue viver seu sonho todos os dias.

Bem-humorado, engajado, um cara de iniciativa, super mão na massa e um criador de apelidos como ninguém, Cisco é o tipo de colega de trabalho que todos nós deveríamos aspirar a ser. Recomendo que assistam a qualquer episódio da série e tirem suas conclusões.

Agora, deixando um pouco o The Flash de lado e voltando para a nossa realidade, talvez possamos dizer que menos de 10% de todas as pessoas que trabalham em alguma organização no mundo sente o mesmo entusiasmo, satisfação e paixão pelo trabalho que fazem como os personagens da série.

Poderia dizer que mais de 90% das pessoas que trabalham nas organizações são indiferentes quanto aquilo que os inspira, os entusiasma ou os empodera. Ao invés disso, passam anos entorpecidos dentro da mesma empresa e na mesma função sem considerar os desempenhos de si mesmo e da organização e colocando em risco o crescimento, a inovação e a saúde financeira da empresa.

O desempenho mediano geralmente é uma grande fonte de frustração para os colaboradores, por que eles não têm a compreensão clara do quanto podem render, de seus objetivos na organização ou daquilo que seus superiores esperam deles no trabalho.

Esses colaboradores podem estar em conflito com suas tarefas e totalmente desconectados do todo que os cercam. Para eles, as avaliações de desempenho no final do ano e as conversas sobre desenvolvimento profissional são forçadas, superficiais e não levam a nada. Como podem levar a sério os objetivos firmados no ano anterior quando sabem que existe a incerteza de que tudo pode mudar no dia seguinte?

Em contrapartida, quando existe uma gestão de desempenho eficiente, os colaboradores se tornam mais engajados, mais produtivos, mais criativos e mais colaborativos. Não precisamos recorrer a nenhuma pesquisa para saber que talentos cujos gerentes se destacam na gestão do desempenho são muito mais engajados do que funcionários cujos gestores têm dificuldades em administrá-los.

Saber quais são os pontos fortes dos colaboradores é fundamental para se obter o engajamento esperado.

Com o desenvolvimento de uma cultura baseada no autoconhecimento, os talentos aprendem a reconhecer seus pontos fortes mais rapidamente e estarão mais receptivos às mudanças.

Quando os gestores ajudam sua equipe a crescer e a se desenvolver por meio de seus pontos fortes, teremos o dobro de colaboradores mais engajados. A melhor coisa que um gestor consciente pode fazer por seus colaboradores a executar tarefas onde terão a chance de usar melhor seus talentos naturais.

O desenvolvimento de uma cultura de autoconhecimento fundamentada em pontos fortes, faz com que os colaboradores se sintam valorizados, confiantes e consequentemente inspirados, entusiasmados e empoderados, sendo esse o combustível necessário para gerar o engajamento desses talentos.

Creio que muitos dos talentos nas organizações devem estar parcialmente engajados e não sabem como se engajarem por completo.

Já passou da hora de levar a essas pessoas a chance de se sentirem valorizadas, inspiradas e empoderadas, como os personagens do The Flash, que esperam ansiosos pela segunda-feira para literalmente se divertirem em seu “S.T.A.R. Labs”.

Cultura organizacional com propósito: Se não agora, quando?

Cultura Organizacional
Por: Eduardo Barreto – Executive Coach at Channel Coaching & Consulting

A cultura organizacional é algo que pode impulsionar ou quebrar um negócio. Numa cultura tóxica, os bons talentos abandonam o barco e a empresa fica apenas com muitos colaboradores mantenedores que não impulsionam o negócio.
Infelizmente, gestores não alocam o tempo necessário para definição da cultura da empresa, fundamento básico de qualquer tipo de estrutura organizacional, e que ajuda a determinar as balizas por onde a empresa deve seguir.
A cultura organizacional descreve aquilo que os gestores e colaboradores pensam, sentem e agem em relação ao negócio. Dentro de uma cultura sustentável, a maioria das pessoas tem a percepção de que estão contribuindo para algo maior e que o seu ambiente de trabalho é o local onde realmente desejam estar todos os dias porque, afinal de contas, esse é o ambiente onde passam a maior parte de sua vida.
Sem dúvidas, uma cultura organizacional bem arquitetada pode atrair talentos com o mesmo propósito e dispostos a contribuir, motivados pela cultura instaurada e pelas boas condições de trabalho, sobrepondo até mesmo salários mais elevado ou benefícios pomposos e levando a empresa a poupar esses custos adicionais.
Colaboradores engajados preferem a cultura que valoriza o ambiente acolhedor e o bem-estar que estimulam a comunicação ampla e aberta, a honestidade, o trabalho em equipe e a colaboração. Esses colaboradores gostam de trabalhar numa organização que promove o autoconhecimento, o trabalho em equipe e recompensa as pessoas pela criatividade, inovação e, acima de tudo, pela capacidade de gerar lucros para a sustentabilidade do negócio.
Cultura organizacional é algo que toda empresa precisa definir por que isso motiva os colaboradores e os mantém inspirados a ter a iniciativa de tocar o negócio para a frente ao invés de esperar que alguém lhe diga o que fazer.
Além dos fatores que levam ao engajamento, acreditamos que a transparência de informações aliada ao trabalho colaborativo cria um vínculo valioso que fará com que as pessoas não apenas pensem na sua função, mas também adquiram o conhecimento que pode ser levado para além das fronteiras da empresa.
Quando um colaborador desenvolve a percepção do negócio como sendo seu a organização pode usufruir e se desenvolver com esse protagonismo, que é a chave para a construção de uma cultura corporativa sustentável e bem-sucedida.

Estudo da consultoria com Bain & Company

Estudo da consultoria Bain & Company listou as principais mudanças globais para o setor. Saiba quais são e como elas devem influenciar seu supermercado

Estudo da consultoria Bain & Company listou as principais mudanças globais para o setor. Saiba quais são e como elas devem influenciar seu supermercado

Você sabe quais são as tendências globais para o varejo neste ano? Um estudo da consultoria Bain & Company listou as principais. Elas vão desde tecnologia até comportamento do consumidor. Para Luciana Batista, sócia da empresa, é importante ficar atento essas movimentações do mercado. “As empresas que desejam se destacar precisam se preparar para se manter à frente nesse cenário, mas sem deixar de focar esforços no atendimento das expectativas dos clientes, que estão cada vez mais altas”, diz ela.

Confira a seguir as 10 tendências apresentadas pela Bain:

1. Inteligência artificial
Diz respeito a softwares e máquinas com capacidade de aprendizagem, de resolução dos problemas e até de tomada de decisões. “Trata-se de análise dos dados em massa, que são reconhecidos pelas máquinas e se transformam em padrões que auxiliam os varejistas a aperfeiçoar as experiências dos consumidores e suas operações”, explica Luciana.

2. Automatização das lojas
A automatização das tarefas e de serviços básicos não é exatamente algo novo, mas reflete a maior escala envolvendo tecnologias-chave. Isso torna a implementação desses recursos economicamente viável. Segundo a Bain & Company, atualmente, os varejistas estão preocupados com quais aspectos do negócio podem ser automatizados. Entre os benefícios desse movimento, estão a seleção mais ampla de produtos em um espaço menor de exposição e a disponibilização diferenciada e esteticamente agradável para o cliente, o que permite aos colaboradores focar nos serviços ao consumidor.

3. Cybersegurança
A cybersegurança utiliza softwares e serviços para proteger os sistemas dos computadores das empresas e também os dados dos consumidores. “No entanto, quanto mais as pessoas migram para tecnologias digitais, maior a proporção de riscos de cyberataques, que estão cada vez mais comuns e sofisticados. Com isso, a confiança do consumidor, que é um dos ativos de maior valor dos varejistas, pode estar sendo ameaçada”, destaca Luciana. Embora as violações de dados das empresas do setor representem apenas 6%, por se tratar de informações pessoais dos clientes, essas “falhas” ganham destaque na imprensa. Em 2017 e nos próximos anos, a cybersegurança será parte importante dos negócios.

4. Preparar-se para o inesperado
Situações atuais mostraram o poder das mídias sociais. Com essa crescente exposição, os executivos das empresas devem considerar uma variedade ampla de cenários na hora de desenvolver planos, a fim de focar a minimização dos efeitos negativos e a maximização das oportunidades positivas. Quando algum evento crítico acontecer, é importante que haja redução no tempo de resposta para os consumidores e as equipes reajam de forma mais eficaz.

5. Saúde e bem-estar
Muitos consumidores afirmam que se preocupam com a saúde e o bem-estar. Também dizem estar dispostos a pagar mais por esse benefício. Em uma década (2006-2016), as vendas anuais de orgânicos cresceram 10 vezes mais do que a de produtos regulares, mesmo com preços 50% mais altos.

6. Consumidores da geração milênio
São aqueles consumidores que nasceram na era digital e cresceram usando a internet e as tecnologias mobile. Comparados com baby boomers, millenials, são duas vezes mais propensos a comprar online e têm aproximadamente oito vezes mais chances de adquirir os produtos em aplicativos mobile. Além disso, quando se trata de serviços ao consumidor, aproximadamente 25% dos millenials esperam receber uma resposta via mídias sociais no prazo de 10 minutos, e 30% deles têm a mesma expectativa de velocidade quando enviam um questionamento para a empresa.

7. Dividir, alugar e emprestar
A economia compartilhada – o conjunto de empresas que permitem aos consumidores e varejistas acessar bens e serviços de maneira temporária, de acordo com a necessidade – está criando opções flexíveis e mais baratas sem a necessidade de compra. Mas esses modelos de negócio não estão apenas beneficiando consumidores. Os varejistas também estão utilizando esses serviços de economia compartilhada na tentativa de entender a mudança nas expectativas do consumidor

8. Inovação
Os varejistas estão competindo com concorrentes mais novos que contam com a vantagem de ter barreiras menores para dividir seus segmentos de alto valor. Ao utilizar o marketing digital e serviços compartilhados, essas empresas vendem online diretamente aos consumidores e com foco em margens altas. Para se estabilizar no mercado, as empresas de varejo precisam combinar o pensamento das start-ups com escala.

9. Parcerias
O varejo pode adotar e adaptar ideias de diversos experts mundiais para melhorar a velocidade, aumentar a efetividade e baixar o custo da inovação. As parcerias permitem capitalizar leis de vantagem competitiva, redirecionando seus recursos de inovação para competências centrais. Esse trabalho pode ser feito tanto com empresas de tecnologia quanto com influenciadores-chave. Oferecem a vantagem de um risco relativamente baixo, além de constituir uma forma mais acessível de apostar em inovações que seriam muito mais caras (ou impossíveis) de desenvolver dentro da empresa.

10. Realidade aumentada
A realidade aumentada é uma visão viva do mundo físico – através de uma câmera de smartphone, por exemplo – que sofre a influência de elementos digitais, como gráficos gerados por computador ou vídeos. Os varejistas estão usando cada vez mais esse recurso para aprimorar experiências de compra dos consumidores e suas próprias operações. “Ao permitir que os clientes testem virtualmente produtos antes de comprar, é possível reduzir custos associados a devoluções (especialmente para itens caros ou com retorno frequente) e até mesmo aumentar a conversão de clientes”, ressalta Luciana. Operacionalmente, os varejistas podem olhar para a realidade aumentada como uma maneira de melhorar o design de lojas. Isso deve ajudar na tomada de decisões de infraestrutura, além de diminuir as despesas de construção, melhorar o merchandising visual, entre outros benefícios.

Campanha de Inbound: Acelerando a geração de leads e oportunidades

O grande desejo entre as empresas que investem em Inbound é a criação da famosa “máquina geradora de leads”.

A espinha dorsal de tal estratégia, como a maioria dos profissionais de marketing já conhece, consiste essencialmente em ter blog posts bem indexados no Google para palavras-chave relevantes ao negócio, contendo banners (calls to action) que ofereçam iscas de conteúdo atraentes (para conversão em leads).

Mas não adianta apenas criar conteúdos e iscas. Eles precisam estar bem amarrados e planejados de acordo com a jornada de compra da persona. Nesse post irei mostrar como a ZONA Internet coloca essa estratégia em prática, para acelerar a geração de leads e oportunidades dos nossos clientes.

O GIF abaixo mostra o processo de conversão de um visitante em lead:

GIF_ROMI.gif

Com essa estrutura básica e perene os resultados orgânicos acontecem com recorrência, mesmo meses ou anos após a sua publicação.

A partir da geração e nutrição dos leads, se houver um alinhamento entre marketing e vendas (com a ajuda de um CRM), a chamada máquina de leads tem um potencial gigantesco para se transformar em uma máquina de vendas.

A “novidade”, por assim dizer, é que a sua empresa não precisa necessariamente esperar seis meses ou um ano para atingir bons resultados.

Já pensou em começar por uma campanha para acelerar a geração de leads e oportunidades para seu negócio? Veja como!

Construindo uma campanha matadora de Inbound

O primeiro passo de montagem da campanha é igual ao do Inbound tradicional: começa com o Setup (planejamento da estratégia).

Essa fase consiste em 13 etapas:

  • Levantamento de Dados e entendimento do contexto do negócio;
  • Definição do SMART GOAL (objetivo);
  • Criação ou validação das Buyer Personas;
  • Mapeamento das Dores e Jornada de Compras de cada Buyer Persona;
  • Criação dos Formulários de Topo, Meio e Fundo de Funil (de forma que tais formulários identifiquem quem é um Lead, quem é um MQL – Marketing Qualified Lead – e quem é um SQL – Sales Qualified Lead -);
  • Definição de Lead Qualificado e Pontuação do Lead Scoring;
  • Estudo de Palavras-Chave;
  • Planejamento de Mídia;
  • Definição dos Fluxos de Nutrição;
  • Diagnóstico de SEO do site e implementação de melhorias;
  • Validação de Conteúdos Antigos (caso existam);
  • Criação de Pautas para blog posts por Etapa do Funil;
  • Ajustes Técnicos.

Se você quiser ver a descrição detalhada de cada um desses passos e entender como aplicá-los na prática, é só clicar aqui!

O Setup costuma ser a parte mais trabalhosa da campanha.

Porém, se for bem estruturado, as chances dos resultados chegarem ainda mais rápido aumentam em mais de 80%. Isso porque você elimina a chance de erros que atrasam o sucesso, como falar com a persona equivocada, errar na linguagem, focar em palavras-chave irrelevantes ou perder tempo com coisas que não dão resultado algum.

Continuando: após um setup bem construído, hora de dar o segundo passo.

Estruturando a campanha de Inbound

Você precisa definir as iscas de conteúdo que irão compor a campanha: e-books, planilhas, calculadoras, checklists, enfim: os formatos ideais dependerão da sua persona.

Observe um exemplo de fluxo para uma agência inbound com um conteúdo de topo, um de meio e um de fundo:

Fluxo_de_Nutricao.jpg

Uma estratégia para agilizar ainda mais os resultados é oferecer um conteúdo diretamente na fase de consideração, ou seja, para leads que já estejam interessados no produto ou serviço ofertado pela sua empresa e estejam estudando a respeito.

Aqui irei mostrar exemplos de conteúdo que utilizamos com um cliente de franquias da nossa agência. Cada material era focado em uma determinada etapa da jornada de compra da persona em questão:

Franquias

Conteúdo de meio – “Template de plano de negócios – investimento em franquias” -> Conteúdo de fundo – “Mapa do Negócio: tudo o que você precisa saber para investir na franquia X

Concessionárias

Conteúdo de meio – “Guia para comprar um carro usado de forma segura” -> Conteúdo de fundo – “Vitrine de veículos disponíveis na concessionária X

Clínicas de estética

Conteúdo de meio – “Guia de tratamentos para gordura localizada: descubra qual o melhor para o seu caso” -> Conteúdo de fundo – “Avaliação grátis com uma consultora especializada na estética X

Universidades

Conteúdo de meio – “Invista na profissão certa: tabela de cursos superiores X remuneração média por região do Brasil” -> Conteúdo de fundo – “Consultoria gratuita com um profissional especialista em carreiras

Como citado nos exemplos acima, o conteúdo fundo de funil pode ser uma consultoria, período gratuito de teste, case ou uma amostra grátis. Deve ser uma solução que direcione o lead para a conversão final.

No entanto, não adianta simplesmente publicar as ofertas e esperar os leads chegarem. É preciso divulgar as iscas para as pessoas certas, afinal, ninguém quer mais leads desqualificados na base.

Divulgando uma campanha acelerada de Inbound

Via de regra, uma estratégia de Inbound entrega resultados em médio e longo prazo (tráfego e leads de origem orgânica).

Porém, como estou falando de uma campanha de Inbound com objetivos em curto prazo, o investimento em mídia é CRUCIAL para impulsionar o tráfego e, por consequência, leads e oportunidades.

A estratégia de SEO sempre deve fazer parte do planejamento, claro, mas pode levar tempo até que alguns conteúdos estejam bem posicionados nos mecanismos de busca.

Para fazer a divulgação completa e segmentada, que irá atingir as pessoas certas, você precisa focar em 4 pontos:

  • Escolher os melhores blog posts para inserir a isca de conteúdo como call to action;
  • Montar o calendário de divulgação e escolher as redes sociais que a sua persona utiliza;
  • Reativar as bases antigas de leads via e-mail que possam voltar ao funil;
  • Estruturar a estratégia de mídia com uma boa segmentação.

Acompanhe o detalhamento de cada um desses pontos:

Escolha os blog posts certos para colocar a isca

Primeiramente, o blog post ideal para inserir uma isca meio de funil, por exemplo, é aquele focado justamente no meio da jornada de compra da buyer persona.

Quem chegar até esse conteúdo provavelmente já identificou seu problema principal e está buscando a melhor solução. O processo de educação dessa persona é mais curto.

O segundo filtro que você deve aplicar para escolher o blog post certo é a relação direta com a oferta.

Digamos que o material rico seja uma planilha de fluxo de caixa. O conteúdo deve abordar justamente esse assunto. Por exemplo: o blog post ideal para inserir essa isca seria “X passos para criar um fluxo de caixa completo”. A relação não precisa ser tão direta, mas é importante que os temas tenham um vínculo complementar. Você deve ter certeza que a pessoa interessada naquele blog post também se interessaria imediatamente pela oferta escolhida.

Você pode criar blog posts específicos para a campanha ou otimizar os antigos, vai depender das iscas sugeridas e do quanto de material reaproveitável a sua empresa dispõe.

Monte o calendário de divulgação nas redes sociais

Depois de selecionar os blog posts, elabore um calendário estratégico de divulgação. Teste! Você pode fazer uma divulgação por semana, uma a cada três dias ou mais.

Verifique o modelo que mais dá certo para seu negócio.

Lembrando sempre que, se a sua empresa visa resultados a curto prazo, é essencial patrocinar tais conteúdos para aumentar a quantidade inicial de acessos.

Reative base de leads antigos

Sabe aqueles leads qualificados, mas que, por alguma razão, não se transformaram em uma venda? Você pode reativá-los com essa nova isca de conteúdo.

É a oportunidade de enviar um email com a oferta para trazê-los novamente para o fluxo de nutrição, checar se eles estão mais preparados para a compra do que na última vez e tentar fechar novas vendas. No entanto, é fundamental não forçar a relação. De nada adianta enviar mensagens para leads que não querem mais receber seus emails.

Estruture a estratégia de mídia

O investimento em mídia é a principal maneira de divulgar suas ofertas e acelerar a geração de leads neste caso. Para que a estratégia dê certo, você precisa:

  • Comprar palavras relacionadas às dores da persona que sejam atendidas pela isca de conteúdo – direcionando diretamente para a landing page com a oferta;
  • Comprar palavras que possam ter como link de destino os blog posts da campanha (já que todos eles terão um CTA para a landing page com a isca de conteúdo);
  • Usar uma base qualificada para direcionamento direto de anúncios lookalike (Público Semelhante) no Facebook ou em Adwords.

Veja como funciona!

Use uma base qualificada para anúncios lookalike

Você também deve reativar sua base de leads qualificados “empoeirada” em seu CRM com os anúncios do Facebook.

Use uma modalidade de Facebook Ads, chamada Lookalike Audiences ou Públicos Semelhantes.

Essa ferramenta permite que você direcione seus anúncios e posts patrocinados para pessoas com perfis semelhantes aos dos seus clientes e prospects.

Por exemplo: você carrega a lista de atuais clientes, cria o anúncio e deixa que a plataforma procure pessoas parecidas com conta na rede social. A partir daí você define a verba disponível para as impressões do anúncio e faz o direcionamento segmentado.

Faça o acompanhamento diário

A grande vantagem do Inbound em relação a quase todas as outras estratégias de marketing é que ele é escalável e baseado em dados.

Você consegue mensurar os resultados, encontrar os erros e corrigi-los de forma previsível. Não perde tempo com achismos ou tentativas aleatórias.

Analisando as métricas certas, sempre é possível melhorar os resultados. É preciso acompanhar os números todos os dias.

O anúncio está dando resultado? Quais grupos desempenham melhor? Em qual blog post as pessoas mais estão clicando no CTA com a oferta? A taxa de conversão diminuiu? A base está abrindo os e-mails? Geramos mais oportunidades de venda?

Todos esses questionamentos que citei são pontos importantíssimos para saber se a estratégia está dando resultados.

Contudo, há quatro fatores primordiais que você deve estar sempre atento:

  • Relatórios diários das conversões em leads;
  • Abordagens rápidas do comercial;
  • Qualidade dos leads abordados;
  • Insights para a estratégia macro.

Relatórios diários das conversões em leads

Acompanhe DIARIAMENTE quantos leads estão sendo gerados. Em campanhas que precisam dar resultados rápidos, você não pode correr riscos de não conferir se em um dia, por exemplo, o blog post com o CTA ficou fora do ar ou o anúncio foi publicado com a formatação errada.

Para ter uma base de desempenho, utilize como dado a meta da campanha e divida pela quantidade de dias em que ela irá ao ar. Use o resultado dessa conta como meta diária de leads. Fique atento para que a cada dia ela seja alcançada. Se não for, é preciso descobrir o porquê.

Abordagens rápidas do comercial

Uma falha comum em campanhas de Inbound é o desentrosamento entre as equipes de marketing e vendas.

O processo de abordagem do chamado Inbound Sales é diferente do método tradicional. O lead já passou por um processo de nutrição e entende minimamente o quanto precisa do produto/serviço comercializado pelo seu negócio.

Além disso, você tem muitas informações sobre ele, coletadas durante as conversões nas ofertas de conteúdo: nome, cargo que ocupa, motivo pelo qual baixou o material, que assuntos mais procura nos blog posts, etc.

Com base nisso, é possível fazer uma abordagem muito mais preparada e completa. Não esqueça do principal: o contato comercial deve ser ágil de modo que as oportunidades não sejam perdidas.

Coleta de insights para estratégia macro

Uma campanha de Inbound também é útil para trazer novas hipóteses no desenvolvimento da estratégia macro. Acompanhar o desempenho da segmentação, linguagem e conteúdo – servem como aprendizado e base de dados para o lançamento de uma estratégia mais completa. Você também consegue, com base no Adwords, Analytics e outras plataformas, descobrir quais palavras-chave dão mais resultados e representam o que suas personas mais procuram.

Uma campanha de Inbound pode acelerar a geração de leads e oportunidades de venda para seu negócio. É preciso um investimento em mídia um pouco mais alto em um primeiro momento e bem segmentado. Funciona como um sistema de propulsão.

A chave é unir o melhor dos dois mundos: mídia e conteúdo qualificado. Isso é o que o bom Inbound faz!

Se está interessado em montar uma campanha de Inbound ou está em dúvida se essa metodologia serve para seu negócio, peça uma consultoria em nosso site ou só entre em contato para bater um papo!

AS ARMADILHAS DO ATIVISMO

Por, Luiz Oliveira Rios(*)

O que é ativismo? É um conjunto de ações executadas no dia a dia, porém num ritmo alucinante e, não raro, indo além dos limites do biorritmo do indivíduo.

Com o advento das super ferramentas tecnológicas, que permitem a pessoa ficar plugadas  24 horas on-line, pesquisas atestam que a sobrecarga de trabalho tem sido quase que, em algumas situações, insustentável.

O curioso – e simultaneamente preocupante – é  que o ativismo acomete aquelas pessoas que já possuem uma dinâmica muito boa no seu ritmo de trabalho e que, por isso mesmo, necessitam de estar mais atentas para não serem capturadas por essas armadilhas ligadas ao ativismo.

O ativismo vicia. Quanto mais a pessoa está no frenesi das ações, mais e mais quer realizar – só que, nesse caso, os efeitos nocivos de um ritmo alucinante logo começam a surgir no organismo do indivíduo.

Assim, o trabalho que deveria ser um MEIO de vida passa a ser o CENTRO da vida da pessoa, levando-a a perder de vista “n” outros aspectos  fundamentais da vida, minando sua qualidade de vida e seus relacionamentos afetivos e parentais.

Quando o ativismo já está instalado, sem dúvida os esforços para erradicá-lo serão hercúleos. Mas vale a pena envidar toda a energia para resgatar um “modus vivendi” que permita o indivíduo voltar a usufruir do bem mais precioso que todos nós possuímos: a própria vida.

Quais são os passos necessários para se regatar a eficácia no mundo corporativo, mas sem cair na arapuca perigosa do ativismo?

1 Conscientizar-se de que é preciso de imediato “puxar o freio de mão” em várias das atividades hoje realizadas.

2 Aprender a delegar funções e tarefas para outros membros da equipe que possam fazer tão bem ou ainda melhor.

3 Buscar a transcendência da vida, ou seja,  reservar tempo para cultivar o BELO, seja música, literatura, cinema, teatro; enfim, em

todo o cabedal cultural que nos torna de fato humanos e não apenas máquinas de trabalhar no dia a dia.

4 Reservar tempo para  praticar e desenvolver os valores da ESPIRITUALIDADE, tais como meditar, orar, visitar amigos e parentes

visando a resgatar vínculos fortalecedores da amizade e do amor que nos fazem seres tão singulares.

5 Aprender a definir orçamento financeiro sem entrar no “inferno das dívidas”, pois isso pode levar o indivíduo a se esfalfar no

dia a dia em busca de manter um padrão insano de vida.

(*) É Consultor de Empresas, especializado em Gestão do Capital Humano. É Professor de Filosofia e Ética Corporativa.

Contatos: [email protected]

 

Logotipo São Carlos Digital

Participamos, na última sexta-feira, 01/07/2016, do evento de lançamento do portal ‘São Carlos Digital’. O portal é um projeto da IBM em parceria com a prefeitura municipal de São Carlos. O objetivo do portal é fomentar a tecnologia e o empreendedorismo, integrando este ecossistema.

Essa grande ideia é desenvolvida pela IBM e já funciona em diversos pontos pelo mundo, como Nova Iorque, Londres, Berlim, Amsterdam e Brasil. Entre as cidades contempladas, São Carlos passa a ser a quarta cidade do Brasil a firmar a parceria com o projeto da IBM e torna-se pioneira no estado de São Paulo, fazendo jus ao título de Capital da Tecnologia.
O portal foi desenvolvido através da plataforma IBM Bluemix e funciona como um hub online que busca replicar conhecimento, transmitindo e reunindo informações para startups, empreendedores, estudantes, investidores, incubadoras, ambientes de inovação e negócios, instituições de ensino e diversos outros públicos.

O portal promove interação completa entre os usuários, já que muitas ações ocorrerão também em espaço off-line através de reuniões, encontros de desenvolvedores, palestras, hackathons e demais eventos.
Para que o portal chegasse a São Carlos, foi necessário criar uma identidade visual de acordo com o conceito do projeto, algo que remetesse à tecnologia e inovação e que, ao mesmo tempo, carregasse a essência da cidade de São Carlos. Nossa empresa ficou responsável por este trabalho e a experiência foi enriquecedora em diversos aspectos. Além de todo o aprendizado, também nos tornamos parceiros do portal e agora fazemos parte do grupo de empresas que integram o hub do Portal São Carlos Digital.

Nossa diretora executiva, Juliana Petean e Marcelo Spaziani, da IBMLogotipo desenvolvido para o projeto